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TV digital: tire suas dúvidas sobre a nova televisão que estréia em dezembro

Fonte: IDG

(http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/11/13/TV-digital-tire-suas-duvidas-sobre-a-nova-televisao)

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

Publicada em 14 de novembro de 2007 às 07h00

Atualizada em 14 de novembro de 2007 às 08h57

São Paulo – Minha televisão vai funcionar com a TV digital? Que canais posso assistir? Tenha resposta para as perguntas mais freqüentes.

tv-digital_88_entradaNo próximo dia 2 de dezembro, os telespectadores paulistanos vão testemunhar um momento histórico para a televisão brasileira: o nascimento da TV digital aberta. Junto com a chegada do sinal digital à casa do telespectador, aparecem também as dúvidas. Minha TV está pronta para a TV digital? Quanto vai custar o conversor? Que canais poderei assistir?

Confira a seguir a resposta para algumas das dúvidas mais comuns sobre o novo sistema de transmissão de TV brasileiro.

Quais são as vantagens da TV digital?
Qualidade de imagem é uma das principais vantagens da TV digital. Com um receptor digital, os telespectadores da TV aberta não sofrerão mais com chuviscos e fantasmas, nem terão que recorrer ao bom e velho “bombril” na antena para poder assistir à novela das oito.

Além disso, a TV digital proporciona imagem com maior definição (a resolução média da TV analógica é de 480 linhas, enquanto na digital a resolução máxima é de 1.080 linhas) e cores mais vivas, além de som mais rico (a transmissão suporta até seis canais de som – Dolby Digital -, enquanto a analógica suporta somente dois – mono e estéreo).

O formato da imagem no sistema digital é widescreen (16:9), como a tela de cinema, diferente do padrão analógico (4:3). Enquanto no sistema analógico a emissora pode enviar apenas um programa por vez, no digital é possível enviar até seis programas simultaneamente, permitindo variar a programação ou oferecer uma experiência mais rica, como assistir um jogo a partir de câmeras diferentes.

Além disso, é possível receber informações junto com a programação, como detalhes do que aconteceu no último capítulo da novela, dados estatísticos em um jogo de futebol ou a sinopse de um filme. Por fim, é possível interagir com a programação, votando no time mais cotado para ganhar uma partida pelo controle remoto, por exemplo.

Quando vão começar as transmissões de TV digital?

No dia 2 de dezembro, em São Paulo. Segundo o Ministro das Comunicações, Hélio Costa, a partir de janeiro de 2008 a transmissão começa em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em julho, a TV digital deve chegar às demais capitais e a partir de dezembro de 2008, às cidades-pólo no Brasil inteiro. Em 2009, o sinal digital deve chegar ao resto do Brasil.

Eu vou ter de trocar a minha TV por uma nova?
Não. Você poderá adquirir um conversor, conhecido como set-top box, que permitirá que a TV que você tem em casa receba o sinal digital. Qualquer televisor será compatível com o aparelho, desde que tenha entrada para DVD ou aparelho de videocassete. Porém, se você quiser assistir à TV digital em alta definição, que exige mais linhas de resolução, terá que adquirir um novo aparelho compatível com HDTV (High Definition Television).

Minha antena de TV vai para o lixo?
Não, o sistema brasileiro foi desenvolvido de forma a aproveitar as antenas externas e internas para a recepção do sinal, tanto as que recebem sinal em UHF, quanto as parabólicas, que operam na banda C.

Quando vai custar o set-top box?
O preço do set-top box  é um dos assuntos mais polêmicos. O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, prometia conversores por 150 reais a 180 reais, mas à véspera da estréia os modelos previstos para chegar ao mercado custam entre 700 reais e 1 mil reais. Costa afirmou que se a indústria não ceder nos preços, o governo vai importar modelos de outros países para chegar ao preço prometido.

O que é mais vantajoso: comprar uma TV digital com receptor interno ou um conversor para TV digital?
Além de trazer o receptor, as TVs digitais poderão oferecer vantagens como alta definição. Porém, se os aparelhos utilizarem a mesma tecnologia (LCD, por exemplo) e oferecerem recursos similares, não faz diferença comprar uma TV com receptor embutido ou usar conversor externo.

Eu acabei de comprar uma TV de plasma ou uma TV LCD. Elas estão prontas para a TV digital?
Não necessariamente. As TVs de LCD e plasma, em geral, possuem a definição mais adequada para a TV digital, o que significa que a imagem será melhor. Mas para receber o sinal digital será preciso adquirir o conversor ou set-top box. Além disso, para receber conteúdo em alta definição, o aparelho deve ser compatível com HDTV (High Definition Television), ou seja, trazer 1.080 linhas de resolução.

Existem televisões à venda no mercado que já estão prontos para a TV digital?
Ainda não. Os aparelhos disponíveis no mercado vendidos como “prontos para a TV digital” são aqueles que oferecem alta definição (HDTV). Embora tenham a resolução necessária para garantir a melhor qualidade de imagem oferecida pelo sistema digital, os aparelhos não trazem receptores internos. Os fabricantes prometem colocar produtos nas prateleiras antes da estréia, mas correm contra o relógio, já que falta menos de um mês para a estréia e nenhum produto chegou de fato às lojas.

Vou poder usar o meu adaptador de TV a cabo digital para receber a TV digital aberta?
Por enquanto não, mas já estão sendo desenvolvidos aparelhos compatíveis tanto com a TV digital paga quanto com a TV digital aberta. Os assinantes de TV paga digital (cabo ou satélite) já assistem a canais da TV aberta com qualidade digital, mas não em alta definição.

Vou poder assistir à TV digital no meu computador?
Sim. Fabricantes vão oferecer receptores para notebooks e desktops. A Tectoy prometeu um modelo de receptor que pode ser ligado à porta USB do computador até a estréia da TV digital.

Vou poder assistir à TV digital no meu celular? Vai ser paga?
Sim e sem nenhum custo, pois a TV aberta é gratuita e o sistema adotado pelo Brasil prevê a transmissão para aparelhos portáteis – tanto celulares quanto TVs móveis. Porém, antes será necessário adquirir um aparelho com receptor, o que ainda não está disponível no mercado.

Vou poder acessar a internet pela TV digital?
Tecnicamente sim, mas mais uma vez o modelo de negócio ainda não está definido. A tecnologia, contudo, permite utilizar a TV para fazer compras, acessar serviços e navegar pela web.

A TV digital será interativa?
Sim. Os aparelhos receptores contarão com o um software desenvolvido no País, o Ginga, que permitirá a interação do aparelho com as emissoras. A interatividade permitirá ao usuário enviar informações à emissora, possibilitando, por exemplo, responder enquetes, opinar sobre a programação ou mesmo fazer compras pela TV.

A interatividade dependerá, contudo, da disponibilidade de recursos no set-top box – os primeiros aparelhos devem ser mais limitados – e de aplicações desenvolvidas pelas emissoras, portanto, em um primeiro momento, as possibilidades devem ser restritas.

Todos os canais disponíveis na TV aberta hoje vão estar disponíveis de imediato em sinal digital?
Não necessariamente. Para migrar para o sistema digital, as emissoras terão que investir na troca de equipamentos, portanto provavelmente as empresas com mais recursos migrarão primeiro. Entre as emissoras que já estão transmitindo o sinal digital em caráter experimental estão a Rede Globo, a Record, a Bandeirantes e a Gazeta. A nova televisão pública do país, a TV Brasil, também estréia junto com o sinal digital.

Toda a programação vai ser em alta definição?
Não. As emissoras poderão transmitir alguns conteúdos em alta definição e outros em definição padrão.

A programação poderá ser gravada?
Esta é mais uma indefinição, por enquanto. Segundo porta-vozes da indústria, as gravações em alta definição deverão ser restritas a um número de vezes para evitar a pirataria, mas a resposta definitiva à questão do bloqueio ainda paira no ar.

Se eu não comprar o conversor, não vou mais poder assistir a TV aberta?
Você poderá assistir normalmente a programatv-digital-especial-saida-88ção aberta na sua TV atual, pois a previsão de tempo para migração do sistema analógico para o digital é de 10 anos. Até lá, as emissoras são obrigadas a manter a transmissão analógica.

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Segurança no Celular

Conheça as principais ameaças para celular e aprenda a se proteger

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

Publicada em 23 de agosto de 2007 às 07h00
Fonte: IDG

 

São Paulo – Desde o primeiro vírus, em 2004, já apareceram centenas de pragas. Saiba quais são elas e o que pode ser feito para evitá-las.

Este último tipo, segundo Volzke, é um dos mais perigosos, pois atinge qualquer celular capaz de enviar e receber mensagens de texto (SMS) – ou seja, 95% da base instalada mundial de aparelhos. “Basicamente, consiste em usar engenharia social para fazer com que o usuário ligue para um determinado número ou envie mensagens autorizando pagamentos indevidos”, explica o especialista da McAfee.

Já os vírus e spywares – que atingem aparelhos com sistemas operacionais móveis (principalmente Symbian e Windows Mobile) e com suporte a aplicações escritas em Java – têm ação bastante similar aos seus já conhecidos equivalentes para PC: primeiro eles se instalam, a partir da execução de um arquivo malicioso – que o usuário pode receber via Bluetooth, infravermelho ou mesmo por e-mail.

“O usuário recebe um convite para baixar um ringtone ou um jogo, clica a se infecta”, resume Eduardo Godinho, gerente técnico de contas da Trend Micro. A partir de então, a praga vai se esconder no seu celular. “Assim como os vírus de computador, eles vão tentar ser mais silenciosos possíveis”, diz Gabriel Menegatti, responsável pela área de tecnologia da F-Secure.

Uma vez instaladas as pragas podem apenas tentar se auto-replicar para o maior número de contatos possível para formar uma rede de aparelhos-robô para o envio de spams, por exemplo, ou podem monitorar os dados armazenados no dispositivo e enviar para um agente malicioso, que poderá usá-los para aplicar golpes financeiros.

Um agravante neste cenário de ameaças, aponta o engenheiro de sistemas da Symantec, Vladimir Amarante, é o fato de que smartphones pessoais cada vez mais são usados para armazenar informações corporativas, e, mesmo nos casos em que os dispositivos móveis são fornecidos pelas empresas, há pouca preocupação com políticas de segurança que garantam a integridade dos dados armazenados neles. “É fundamental pensar quem vai tomar conta deles”, enfatiza Amarante.

seguranca_celular_88Eles são mais numerosos que os computadores, guardam suas informações mais pessoais, estão cada vez mais conectados à web e já estão na mira dos hackers. Com a popularização dos smartphones, usados para navegar na internet, receber os arquivos mais variados e armazenar dados dos mais diversos tipos, os celulares começam a ganhar também softwares para protegê-los da ação de criminosos virtuais.

Atribui-se a 2004 a criação do primeiro vírus para celular. Desde então as pragas móveis se proliferaram e hoje já passam de 470 tipos diferentes, segundo estimativa da McAfee. Mesmo as projeções mais conservadoras – a F-Secure estima que existam mais de 360 vírus conhecidos para celular – apontam para um crescimento exponencial das ameaças.

“Os hackers estão se voltando cada vez mais a essa área, não só porque as pessoas não esperam que coisas ruins aconteçam com seus celulares, mas também porque elas armazenam cada vez mais informações pessoais neles – às vezes até mais do que no PC”, explica Jan Volzke, gerente de marketing da divisão mobile da McAfee.

Série Segurança Digital:
> Diário de um vítima online
> Entenda o que são worms e vírus e proteja-se
> Aprenda a identificar um phishing
> Descubra como ignorar os spams
> Feche a guarda aos cavalos-de-tróia
> Saiba como desmascarar os rootkits
> Proteja-se dos softwares espiões

Segundo o especialista, a falta de preocupação não é apenas dos usuários: os fornecedores de dispositivos móveis não têm o mesmo grau de atenção à segurança que os fabricantes de PCs, por isso os aparelhos apresentam um grande volume de vulnerabilidades. “Um hacker com habilidades de 1995 é capaz de derrubar qualquer aparelho celular”, aponta Volzke.

Além de se multiplicarem, as pragas também se diversificaram nos últimos anos. De acordo com o executivo da McAfee, as ameaças dividem-se em três tipos principais: vírus, spyware e phishing.

Além de seguir regras básicas de proteção no desktop – como não aceitar ou executar arquivos desconhecidos, criar senhas e alterá-las com regularidade, evitar sites não-familiares, desabilitar os recursos de comunicação sem fio (Bluetooth e infravermelho) quando não tiverem em uso e não emprestar o aparelho para estranhos -, já é possível contar com softwares para proteger seu aparelho móvel.

De carona no aumento das pragas, os principais fornecedores de soluções de segurança começaram a oferecer não só antivírus para celular, mas pacotes completos para combater as diversas ameaças e levar políticas de segurança ao ambiente móvel. Conheça algumas opções disponíveis no mercado:

Symantec

A Symantec oferece a Mobile Security Suite 5.0, que inclui tecnologias de antivírus, firewall, anti-spam SMS e criptografia de dados para PDAs e smartphones que rodem o sistema operacional Microsoft Windows Mobile.

O pacote inclui ainda módulo de gerenciamento para os administradores de TI. O preço da solução varia conforme o tamanho do projeto e ela já pode ser adquirida no Brasil, diretamente com a Symantec. Uma solução voltada a usuários finais – o Norton Mobile Security – está prevista para chegar ao mercado até o final do ano.

Trend Micro
A Trend Micro oferece o pacote Mobile Security para os assinantes do pacote Trend Micro Internet Security para PC. A solução oferece proteção contra vírus e outras ameaças. O produto pode ser adquirido por usuários individuais no site norte-americano da companhia, pelo preço inicial de 49,95 dólares ao ano, mas clientes corporativos podem procurar a rede de parceiros da fornecedora no Brasil para negociar pacotes locais.

Kaspersky
A Kaspersky lançou em fevereiro o Antivírus Mobile, que protege os celulares rodando sistemas operacionais Symbian e Windows Mobile contra programas maliciosos e mensagens spam por SMS. No Brasil, a licença do produto custa 39 reais e pode ser adquirida por meio da representante local de vendas da fabricante EsyWorld.

F-Secure
A F-Secure pretende trazer ao Brasil duas soluções de segurança – também compatíveis com Symbian e Windows Mobile – até o final do ano. O F-Secure Mobile AntiVirus varre todos os arquivos salvos no celular, inclusive no cartão de memória. As atualizações são automáticas e caso algum vírus seja detectado, ele é enviado imediatamente para quarentena. O produto vai custar 69,90 reais.

A outra alternativa, mais completa, é o F-Secure Mobile Security, que além do antivírus, traz firewall que impede a transmissão e recepção de dados nocivos ao aparelho. Esta versão custará 99,90 reais. O software estará disponível para download via PC ou celular e em mídia CD.

McAfee
A companhia fornece soluções de proteção para infra-estrutura de rede das operadoras de telecomunicações. “Apenas 5% da base instalada de celulares do mundo roda os sistemas operacionais abertos [Windows Mobile, Symbian e Palm OS], para os quais estão disponíveis softwares de proteção”, justifica Volzke. A empresa fornece sistemas deste tipo para grandes operadoras, como a japonesa NTT DoCoMo.

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Hackers usam Pan para roubar dados de internautas

Fonte: Portal G1

Spam diz que governo preparou kit surpresa e pede para clicar em um formulário.
CO-Rio alerta que não emite e-mail oferecendo brindes.

Os Jogos Pan-americanos viraram pretexto para hackers tentarem se dar bem na internet. Um e-mail falso circula na rede, oferecendo de graça dois kits do evento. O texto diz que o “Projeto Surpresa” foi financiado pelo governo do Rio e enviará para a casa dos participantes dois kits do Pan.
A mensagem diz ainda que os brindes eram dados apenas a compradores de ingressos e que agora, podem ser disponibilizadom de graça e pede que o usuário clique para preencher um formulário.
Responsável pela organização dos jogos, o CO-Rio alerta que não emite e-mail como este e que não há kit surpresa disponível para internautas ou para quem compra os ingressos. O link que indica a abertura de formulário não deve ser clicado.

Dicas para comprar um notebook popular

Dicas para comprar um notebook popular

Encontrei este artigo publicado no portal G1 e gostaria de compartilhar com os amigos. Segue o texto na íntegra com suas referências. Elias Gomes

Por Fernando Panissi  (Portal G1)Esta semana o blog está bem agitado! O G1 apresenta hoje um teste entre notebooks abaixo de R$ 2 mil e, por isso, darei dicas sobre como fazer uma boa escolha de máquinas nessa faixa. Se você quiser gastar mais, as sugestões também servem para balizar sua escolha, independente do preço.

Antes de mais nada, é importante ter algo em mente. Na hora de adquirir uma máquina, você precisa ter respostas para três perguntas: para que vou usar o notebook e quanto posso investir. Somente depois disso, você poderá fazer uma boa escolha que atenda às suas necessidades e não pese no bolso.

1) Para que você vai usar o notebook?
A escolha dos recursos está diretamente ligada ao uso e ao custo final do equipamento. Por isso, é importante você selecionar criteriosamente a máquina com base na finalidade. Se você trabalha com planilhas eletrônicas extensas precisa de um equipamento com bastante memória. Se usa softwares de edição de imagem, precisará, alem da memória, de uma placa de vídeo mais robusta. Definido seu objetivo, siga adiante.

2) Quanto você tem para investir?
Esse é o seu divisor de águas. Você deve dosar a seleção de peças de acordo com seu potencial de investimento. Para uso corporativo, por exemplo, vale muito mais investir seu dinheiro em capacidade de memória e disco do que em um placa de vídeo super potente.

3) Sei o que quero e quanto tenho para gastar. E agora?

a) Primeiro passo: a marca
A escolha da marca terá impacto direto no preço final do equipamento. Dificilmente você encontrará marcas como Sony, Toshiba e LG com valores inferiores a R$ 2 mil. Geralmente seus componentes são os top de linha e, por isso, seu preço será maior que de marcas como Amazon, Positivo, Acer e ECS. Linhas da HP e da Dell são mais diversificadas, partindo de equipamentos de R$ 1,5 mil e chegando a até R$ 12 mil.

Para ajudar na escolha, visite o site dos fabricantes, converse com amigos que possuem notebooks e, claro, faça uma busca pelo nome do fabricante na internet.

b) Processador
Os notebooks de baixo custo costumam vir equipados com processadores das marcas Intel (Celeron M e Pentium M) e da AMD (Sempron Mobile e Turion 64). Estes chips não são específicos para quem precisa de alta capacidade de processamento — como usuários de jogos on-line –, mas são funcionais. A escolha entre AMD e Intel é mais uma questão de gosto do que de desempenho, pois são todos muito parelhos. Os processadores AMD costumam ser um pouco mais baratos.

c) Memória
Se o notebook vier com o Windows Vista, não compre uma máquina com menos de 1 GB de memória. Você pode optar por 512 MB em PCs com Windows XP usados para navegar na internet, ler e enviar e-mails e trabalhar com documentos e planilhas. Menos que 512 MB eu não recomendo. Alguns modelos de notebook vêm com Linux, o que pode ser uma boa opção para quem tem alguma familiaridade com o pingüim ou mesmo para pagar menos pelo equipamento. Afinal, optando por software de código aberto você não precisará pagar a licença do Windows.

d) Unidade de disco
Alguns modelos vêm com disco rígido SATA, que tem mais velocidade de acesso aos dados. Se o preço valer a pena, escolha esse modelo. Com relação à capacidade, o ideal é ficar entre 80 GB e 180 GB — modelos de até R$ 2 mil geralmente têm menor capacidade. Se você não tem grande volume de dados, escolha um modelo com menos gigabytes para deixar o preço notebook mais em conta.

e) Unidade de mídia ótica
Escolha um combo com gravador de DVD. A diferença de custo para uma unidade sem gravação de DVD é irrisória e você terá uma ótima opção de back up para seus dados.

f) Placa de vídeo
É um item que geralmente não possui opções de personalização: quando você escolhe o modelo, acaba por escolher a placa de vídeo junto. Fique atento à memória usada para vídeo. Se for on-board, ela é compartilhada, consumindo algumas vezes alguns meguinhas importantes de sua memória RAM.

g) Monitor
A escolha começa entre uma tela convencional e widescreen. Modelos wide são maiores e mais caros. A escolha do tipo de tela impacta diretamente na qualidade e definição das imagens. Mesmo equipamentos na faixa de R$ 2 mil podem vir com tela widescreen. Uma boa opção para quem gosta de ver assistir a filmes no notebook.

h) Bateria
É importante verificar a durabilidade da bateria que acompanha o equipamento. Os modelos padrão de bateria têm boa durabilidade: de 3 a 6 horas (o teste do G1 mostra que as máquinas populares agüentam 1h30 quando realizam atividades intensas). Se você achar que é pouco, pode verificar se há outros modelos, com mais durabilidade. Isso deixará o equipamento mais caro e mais pesado, porém atenderá às suas necessidades.

Considerações finais
Lembrando que é importante se atentar a todos esses detalhes na hora da escolha, pois, diferentemente de computadores de mesa, muitas das peças dos notebooks não podem sofrer atualização. Além disso, aconselho você a ver o equipamento antes de comprá-lo. Com exceção dos modelos da Dell (venda exclusiva pelo site), os demais são encontrados em grandes lojas de eletrônicos. Visite esses locais e converse com os vendedores para obter mais detalhes.

Para sua segurança, também é possível fazer seguro contra roubo do seu notebook. E ainda alguns fabricantes oferecem suporte técnico para qualquer eventualidade.

Bom, é isso. Espero que esse post ajude você a ter uma noção do que se deve ter em mente na hora de escolher um notebook. Desde os mais baratos até os top de linha. Ficaram dúvidas? Tem sugestões? Os comentários estão abertos!

Fernando Panissi
Portal G1

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